Artistas estão virando seus próprios canais de mídia: Chase aposta no formato

Com o WaveLife, artista reúne música, viagens, bastidores e lifestyle em um projeto que também abre espaço para novas parcerias…
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Com o WaveLife, artista reúne música, viagens, bastidores e lifestyle em um projeto que também abre espaço para novas parcerias com marcas

O público já não acompanha um artista apenas quando sai música nova. Bastidores, viagens, rotina, referências e experiências passaram a ocupar um espaço cada vez maior nessa relação. De olho nessa mudança, Chase vem desenvolvendo o WaveLife, projeto audiovisual criado para mostrar justamente o que acontece entre um lançamento e outro.

Publicado em formato de vlog no YouTube, no canal da OuroRecords, o WaveLife reúne, em um mesmo espaço, partes da vida e da carreira que normalmente apareceriam separadas. Música, viagens, gravações, experiências e momentos fora dos palcos entram no projeto como capítulos de uma narrativa contínua.

No caso de Chase, isso acontece de forma quase natural. Ele transita por diferentes áreas, como música, atuação, dublagem, moda e produção de conteúdo. O WaveLife acaba funcionando como um ponto de encontro entre essas frentes, sem a necessidade de transformar cada uma delas em um projeto isolado.

As viagens ganharam peso nesse processo. Nos últimos meses, o artista passou por diferentes destinos na Europa e também pelo Chile. Parte dessas experiências saiu do campo pessoal e acabou influenciando diretamente sua produção artística.

Foi o que aconteceu com “Cartas do Oceano”, lançado em fevereiro. O projeto nasceu depois de sua primeira viagem pela Europa e carrega referências de lugares como Suíça, Andorra, Itália e Espanha.

A ideia do WaveLife, no entanto, não é simplesmente mostrar onde Chase esteve ou o que fez. O interesse está na história que existe por trás de cada experiência.

Uma viagem pode virar episódio. O mesmo vale para um dia de gravação, uma experiência gastronômica, uma atividade esportiva ou os bastidores de um novo trabalho.

Esse formato também cria uma possibilidade diferente para marcas.

Em vez de aparecerem apenas em uma postagem contratada, empresas podem entrar no contexto de uma experiência que já faria sentido dentro do universo do artista. Uma parceria pode surgir durante uma viagem, em um restaurante, em uma atividade esportiva, nos bastidores de uma produção ou em qualquer outro momento que dialogue de fato com a rotina mostrada pelo WaveLife.

A diferença está justamente aí. A marca deixa de ser um intervalo publicitário e passa a fazer parte da história daquele conteúdo.

Esse tipo de movimento tem ganhado espaço entre artistas e criadores que começaram a tratar seus próprios projetos como canais de mídia. A audiência deixa de acompanhar apenas lançamentos ou campanhas e passa a consumir um universo construído ao redor daquela pessoa.

Para Chase, isso também permite escolher colaborações que conversem com aquilo que ele já vive e mostra.

Não existe uma fórmula fechada para os episódios. Um conteúdo pode acompanhar uma viagem. Outro pode mostrar o processo de uma música. Em outro momento, o assunto pode ser esporte, moda, gastronomia ou simplesmente um bastidor de carreira.

O que conecta tudo é o olhar de Chase.

A música continua sendo o eixo principal de sua trajetória, mas deixa de ser o único momento de encontro com o público. O WaveLife nasce justamente para preencher esse espaço entre os lançamentos.

Depois de também usar sua plataforma em iniciativas como A Fórmula, projeto social desenvolvido pela OuroRecords, o artista começa a ampliar esse universo e olhar para o conteúdo como uma extensão da própria carreira.

O próximo passo é aproximar o WaveLife de marcas e empresas que tenham relação real com esse estilo de conteúdo.

A ideia não é colocar publicidade no meio da história.

É encontrar histórias em que a parceria faça sentido.

(Crédito: Arquivo Pessoal)

Contexto Diário

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