Fórmula 1 2026 abre temporada no domingo com nova era técnica, Russell favorito e estreias no grid

Betfair avalia nova temporada que inaugura regulamento revolucionário, amplia protagonismo da eletrificação e tem brasileiro como aposta de longo prazo…
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Betfair avalia nova temporada que inaugura regulamento revolucionário, amplia protagonismo da eletrificação e tem brasileiro como aposta de longo prazo

A temporada 2026 da Fórmula 1 tem sua primeira prova em 8 de março, com o Grande Prêmio da Austrália no Albert Park, em Melbourne, abrindo o calendário e marcando o início de uma profunda transformação técnica na categoria.

A categoria rainha do automobilismo mundial conta com um novo regulamento que altera significativamente o equilíbrio do grid. As unidades de potência passam a ter quase 50% da energia proveniente da parte elétrica, o MGU-H foi eliminado, os carros utilizam combustível 100% sustentável, e o pacote aerodinâmico foi redesenhado para melhorar eficiência energética e facilitar disputas roda a roda. A mudança cria um cenário de incerteza competitiva, tradicionalmente um terreno fértil para surpresas.

Nesse contexto e após a bateria de testes que aconteceram em Barcelona e no Bahrein, a Betfair traz as probabilidades dos campeonatos mundiais de pilotos e construtores, além de outros dados sobre as equipes que estreiam na categoria e de Gabriel Bortoleto, o único brasileiro do grid atual.

O britânico George Russell, da Mercedes, surge como principal favorito ao título mundial de pilotos (25% de chances de ser campeão, com odd de 2.9), à frente do tetracampeão Max Verstappen (18% e odd de 4), da Red Bull, e de Charles Leclerc (12% e odd de 6). O heptacampeão Lewis Hamilton (10% de chances e odd de 7), companheiro de Leclerc na Ferrari, e Kimi Antonelli (8% de chances e odd de 9), companheiro de Russell, completam o grupo principal.

Já o atual vencedor entre os pilotos, Lando Norris, tem somente 7% de chances de vencer (odd 10), a mesma probabilidade que seu companheiro de McLaren, Oscar Piastri, que ficou em terceiro no mundial do ano passado. O inglês e o australiano venceram sete corridas cada em 2025.

Mundial de Pilotos:

  1. George Russell – 25% de chances de ser campeão;
  2. Max Verstappen – 18%;
  3. Charles Leclerc – 12%;
  4. Lewis Hamilton – 10%;
  5. Kimi Antonelli – 8%;
  6. Lando Norris – 7%;
  7. Oscar Piastri – 7%;
  8. Fernando Alonso – 3%;
  9. Isack Hadjar – 1%;
  10. Pierre Gasly – 1%
  11. Carlos Sainz – 1%
  12. Alex Albon – menos de 1%;
  13. Lance Stroll – menos de 1%;
  14. Oliver Bearman – menos de 1%;
  15. Gabriel Bortoleto – menos de 1%;
  16. Nico Hulkenberg – menos de 1%;
  17. Esteban Ocon – menos de 1%;
  18. Liam Lawson – menos de 1%;
  19. Franco Colapinto – menos de 1%;
  20. Sergio Perez – menos de 1%;
  21. Valtteri Bottas – menos de 1%;
  22. Arvid Lindblad – menos de 1%.

Já no Mundial de Construtores, a Mercedes lidera o favoritismo, com 36% de chances de ser campeã (odd de 2.15), seguida pela atual bicampeã McLaren e pela Ferrari, ambas com 20% de possibilidades (odd de 4). A Red Bull Racing, que conta com 13% de probabilidade de vencer o campeonato das equipes (odd de 6), corre por fora.

Audi e Cadillac estream na F1

Mas um dos grandes focos da temporada está nas estreias oficiais da Audi e da Cadillac no grid. Ambas têm menos de 1% de chances de vencer o Mundial de Construtores; porém, a Audi, que conta com Nico Hülkenberg e o brasileiro Gabriel Bortoleto como seus pilotos, entra em 2026 como um projeto estratégico de longo prazo, apostando justamente no reset técnico como oportunidade para acelerar sua competitividade.

Já a Cadillac traz, pela primeira vez, a experiência de uma equipe de montadora americana à F1 e, com uma dupla de pilotos rodados, Sergio Pérez e Valtteri Bottas, também vê a categoria como um projeto para o futuro. Juntos, o mexicano e o finlandês somam 16 vitórias, 23 pole positions e 106 pódios na categoria.

Mundial de Construtores:

  1. Mercedes – 36% de chances de ser campeã de construtores;
  2. McLaren – 20%;
  3. Ferrari – 20%;
  4. Red Bull – 13%;
  5. Aston Martin – 3%;
  6. Alpine – 3%;
  7. Williams – 3%;
  8. Audi – menos de 1%;
  9. Haas – menos de 1%;
  10. Racing Bulls – menos de 1%;
  11. Cadillac – menos de 1%.

Bortoleto: projeto de crescimento na nova era

Dentro dessa nova fase, Gabriel Bortoleto aparece como uma das apostas de desenvolvimento do grid. O brasileiro surge com menos de 1% de chances para o título mundial (odd de 250), refletindo um cenário inicial de adaptação, mas também de construção de trajetória em um ambiente técnico totalmente renovado.

Já no confronto direto da temporada contra Hülkenberg, Bortoleto aparece com 41% de chances de terminar o campeonato à frente, contra 59% do alemão vencer a briga interna da Audi, indicativo de que o mercado projeta a maior experiência do alemão como uma vantagem no curto prazo. Ainda assim, a diferença não é considerada ampla, sugerindo espaço para evolução ao longo do campeonato.

Para o GP da Austrália, Bortoleto está cotado com menos de 1% de chances de vencer (odd de 250) para a vitória e com 2% de chances de ir ao pódio (odd de 50). Já a possibilidade de marcar pontos na etapa de abertura é boa. O brasileiro aparece com 25% (odd de 4) de chegar entre os 10 primeiros no Albert Park.

GP da Austrália: primeiros sinais da nova hierarquia

Na corrida de abertura, Russell lidera as projeções para a vitória (28% de chances de vencer com odd de 2.7), pole position (28% de chances de vencer com odd de 2.7) e volta mais rápida (20% de chances e odd de 3.5).

Vencedor do GP da Austrália

  1. George Russell – 28% de chances de vencer o GP da Austrália;
  2. Max Verstappen – 17%;
  3. Charles Leclerc – 14%;
  4. Kimi Antonelli – 11%;
  5. Lewis Hamilton – 10%;
  6. Lando Norris – 8%;
  7. Oscar Piastri – 6%;
  8. Isack Hadjar – menos de 1%;
  9. Pierre Gasly – menos de 1%;
  10. Fernando Alonso – menos de 1%;
  11. Carlos Sainz – menos de 1%;
  12. Alex Albon – menos de 1%;
  13. Esteban Ocon – menos de 1%;
  14. Oliver Bearman – menos de 1%;
  15. Arvid Lindblad – menos de 1%;
  16. Liam Lawson – menos de 1%;
  17. Nico Hulkenberg – menos de 1%;
  18. Valtteri Bottas – menos de 1%;
  19. Gabriel Bortoleto – menos de 1%;
  20. Sergio Perez – menos de 1%;
  21. Lance Stroll – menos de 1%;
  22. Franco Colapinto – menos de 1%.

 

Sobre a Betfair

Fundada em 2000 no Reino Unido, a Betfair revolucionou o universo das apostas ao criar a primeira plataforma peer-to-peer de apostas do mundo: o Exchange, bolsa de valores de apostas que conecta diretamente os apostadores, permitindo que ofereçam e aceitem odds uns dos outros em tempo real. Ao longo de mais de duas décadas, a Betfair consolidou sua posição entre as maiores e mais inovadoras casas de apostas do planeta, combinando tecnologia de ponta e uma experiência de usuário transparente e eficiente. A empresa se tornou uma referência global nos mercados esportivos, de trading e de soluções avançadas para apostadores exigentes. A Betfair está licenciada para operar apostas online e outros jogos em 19 países, incluindo Brasil, Espanha, Itália, Malta e Grã-Bretanha. Use a cabeça. Jogue com responsabilidade. Autorização SPA/MF nº 2.104-8.

Vinícius Correia Ferreira

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